Wednesday, November 23, 2011

Voltei para casa

















Numa insônia dessas, aparentemente comum, pensei: Que vontade de escrever! Mas, onde...facebook e twitter não satisfaz....E eis que cai uma ficha bem sutil, meu blog, ora eu tenho um blog! Um não, dois! 

Depois de ter abandonado o primeiro blog, este mesmo, para me lançar numa tentativa em vão de ter um outro blog para escrever só sobre um determinado assunto, (não foi tão em vão assim porque eu estava querendo aprender a mexer no wordpress e o novo blog foi a deixa) e o que aconteceu com este embrião de projeto? Não cresceu, não foi alimentado e está em coma literário....rssss

Na verdade essa ideia de circundar o blog num só foco e assunto não colou. Antes, tão acostumada a escrever sobre tudo...

Apesar de ter um blog como este, feliz por estar de volta!, a um tempinho razoável, mais ou menos 3 anos, nunca me senti uma blogueira. Nunca tive disciplina para fazer posts com frequência e muitos menos investia tempo em divulgá-los. Afinal, ter um blog e ser blogueira são coisas completamente diferentes!

E a dúvida que ficou no ar, o que fazer com o outro? Vai virar um ex? Daqueles que mantenho a amizade ou daqueles que excluo da vida? Por via das dúvidas vou deixar quieto, não incomoda mesmo, foi um relacionamento tão curto, nem deu tempo de me apegar... O nome até que era  engraçadinho: Quem vê cara não vê publicidade, o coração da propaganda...
Bonitinho ou não, sei que não foi o suficiente para me inspirar.

Portanto, bem vindo novamente meu amor antigo!

Quer casar comigo?

Sunday, June 26, 2011

Um outro lugar para chamar de meu, seu, nosso!


Este blog leticiabraga.com foi criado com muito carinho. Cada post tem um significado especial para mim, tanto que gosto de reler cada um, não excluiria nenhum deles. Quem dirá excluir este blog. Meu primeiro filhotinho. 
Com a vontade de explorar o wordpress criei um novo blog com outro nome e com temas relcionados à comunicação e marketing. Algo que também não era raro por aqui. Mas, agora vai ficar mais focado neste tipo de assunto só que lá: www.quemvecara.wordpress.com. O nome ainda não foi registrado por não ter certeza que continuará o mesmo. 
Por isso, este é o motivo de não ter posts atualizados a um bom tempo. Não dá para deixar este espaço assim abandonando sem mais nem menos. Fica bem estranho para quem entra e vê aquela data do século passado nas publicações. 
Já me estendi demais por aqui, era só para passar uma informação, é que está com cara de despedida, de adeus, e não dá vontade de parar de escrever aqui por saber que é o ultimo post...para um outro começo em outro lugar.
Por isso, aguardo cada futura visita e antiga na outra home sweet home.

Beijos, abraços e até breve!

Sunday, February 20, 2011

Um pouco de insônia não faz mal a ninguém...


A insônia para mim é um estado emocional engraçado. Por exemplo, na maioria das vezes quando tenho insônia sinto muitas saudades, de muitas coisas.

Tenho vontade de me manifestar, de sair escrevendo para um amigo, criar um poema, ler um livro,  sonhar acordada, vislumbrar o futuro, rever o passado, qualquer coisa que amenize e preencha essa saudade.

Pensando sobre isso durante uma noite em claro, achei curiosa essa sensação de saudade tão evidente e aflorada e percebi que na verdade este sentimento sempre esteve ali, só que escondido. É a noite, quando estou sozinha, que ele pode se manifestar. Durante o dia, não dá tempo para isso, os estímulos externos estão a todo vapor. Mas, a noite não, a única função e compromisso é descansar de tudo o que foi feito até então e dormir! 

Quando o sono foge, não aparece, os sentimentos que não haviam aparecido por falta de oportunidade, que estavam embotados começam a vir à tona. Por isso mesmo, é muito comum neste horário refletir, criar, fantasiar. Os telefones não tocam, raros e-mails chegam, ninguém para interromper, imprevistos não acontecem, pouquíssimos estímulos exteriores.

É só você, consigo mesmo e o tempo que pode ser utlizado como bem quiser.

Um pouco de insônia não faz mal a ninguém...parafraseando uma música de Jorge Ben.

Insônia é a cafeína das lembranças...

Wednesday, February 16, 2011

De onde vem a comida que você come?


O programa da Oprah desta semana está surpreendente com uma matéria bem realista sobre não comer carnes.

O interessante desta talentosa apresentadora é que ela sempre vai a fundo na matéria escolhida. As horas de duração são todas dedicadas a esclarecer, debater e conversar sobre o assunto em pauta, quase sempre muito relevante. É possível desta forma ver todos os lados da questão.

Neste dia estavam presentes uma escritora estadunidense, bem famosa por ter escrito alguns livros sobre a alimentação vegan, mais um escritor de livros sobre culinária e uma gerente de frigorífico. Foi lançado um desafio à centenas de famílias de ficarem uma semana sem ingerir cadáveres, ovos e lacticíneos. A escritora serviu como consultora às famílias que após um pouco de resistência toparam seguir suas dicas e foram com ela ao supermercardo. Eles compraram muita comida congelada e enlatados. Neste ponto não consigo achar que alguém vá gostar desta substituição. Quando se tira algo que não se gosta, que não faz bem a saúde não é preciso colocar nada no lugar, desde que se coma de tudo, nada vai faltar. A soja, o tofu, não são saborosos, não tem como deixá-los bom.

Parando de comer carne o ideal é usar a criatividade dentro da cozinha e não tentar encontrar algo pronto para substituir. É preciso acima de tudo comer bem, com prazer e agrandando em cheio ao paladar.

É muito comum encontrar vegans nos EUA. Eles são um pouco radicais pois não param de ingerir carnes primeiramente, já param de uma vez só de ingerir qualquer alimento de origem animal. Isto é muito mais difícil de se alimentar com tranquilidade no dia-a-dia. Ovos e leite não são consumidos em grande quantidade a ponto de fazerem muito mal. Geralmente vem junto a tortas salgadas, massas, queijos, iogurtes, etc.

A escritora e entrevistada comentou sobre o termo veganish, que são as pessoas que comem apenas um único tipo de carne, carne de peixe(fish).

A visita ao frigorífico com autorização para filmar o matadouro, raríssimo de se conseguir,  foi o mais chocante. As imagens começam com milhares de bovinos juntos, com pouco espaço para andar, comendo sem parar cereais de milho, para engordar alguns quilos por dia até chegar ao ponto ideal para o abate. Eles saem de uma fazenda e ficam 20 dias, em média, no próprio local onde morrerão para se acalmarem. Já que o estado emocional pode  interferir  na qualidade da carne. É considerado o melhor frigorífico dos EUA por dar uma morte digna e humanizada aos animais. Isto chega a ser revoltante. Existe uma forma humanizada de matar alguém? Isto é questão de rever conceitos. Desde quando tirar a consciência de um ser vivo para que ele não tenha consciência que vai ser sacrificado é digno? Com certeza existe formas ainda mais brutas e estes locais não permitiram a filmagem. 

Oprah fez questão de frisar que era importante as pessoas saberem de onde vem o alimento que elas ingerem. Por exemplo, o hamburguer é produzido após a trituração dos restos dos animais. Primeiro tiram as partes conhecidas e vendidas e da sobra, entanda sobra por pedaços de estômago, pele, gordura, ossos, etc, é feito um bolo disso tudo e prensado até o formato de hamburguer, só assistindo para saber. É no mínimo de se pensar duas, três, quatro vezes, antes de comer qualquer tipo de carne. Isto foi de imensa utilidade já que existe uma grande parte da população norte americana viciada em fast food.

O resultado do desafio foi interessante. Alguns se sentiram tão bem que estenderão de uma semana para um mês a dieta vegan, outros vão retornar ao antigo estilo alimentar porém com redução do consumo de carnes e uma pequena parte desistiu no meio do caminho. O fato de acrescentar soja e tofu ao cardápio deve ter sido um fator crucial contra o sucesso absoluto da alimentação sem carnes. Não deve ser fácil e nem agradável comê-los quase todos os dias! Talvez, com apenas o incremento de temperos, leguminosas, massas bem elaboradas, hortaliças, grãos, bons queijos, etc, enfim, com uma série de opções  que não foram exploradas a contento, os participantes teriam tido maior satisfação alimentar.

Oprah e seu programa valem todo o prestígio que tem, compartilham ótimas informações à sociedade e contribuem para torná-la ainda melhor, com pessoas mais lúcidas e conscientes.

Tuesday, February 1, 2011

Não se acostume

 
Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudade, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!

Fernando Pessoa

Doesn't it beautiful!?

Recebi este poema impresso junto a uma correspondência da Unidade Kobrasol do Método DeRose no mês de janeiro. E, desde então, tenho ele em meu quarto sob minha mesa de trabalho/estudo.
Sempre é gostoso reler.

Friday, January 28, 2011

Ter noção ou saber?

Encontrei há pouco tempo um post muito interessente do Instrutor Felipe Lengert, de Curitiba.

É sobre o enriquecimento de nosso vocabulário para entendermos melhor a cultura que nos cerca.

Reproduzo-o abaixo na íntrega. Copy and past:

Certas pessoas têm o privilégio de serem criadas num ambiente cultural e intelectual bem acima da média, e o efeito disso é que estas pessoas são na maioria das vezes elegantes, educadas e refinadas, sem que precisem se esforçar para isso. O problema é que quase sempre a linguagem utilizada por elas é tão mais rica, que nós, seres em evolução, ficamos patinando para entender cada palavra do seu vasto vocabulário. Este é o caso do DeRose. Conforme suas próprias palavras:
“…a educação recebida da família em que nascera contribuiu para criar uma falta de diálogo entre mim e o mundo real.
Desde a infância, como era de se esperar, surgiram alguns problemas de ajustamento cultural. No colégio havia uma flagrante diferença de vocabulário entre o que aprendera no seio da família e a linguagem mais popular que escutava dos colegas e professores.
Esse fato acentuava a desagradável sensação de ser diferente. Somente depois dos trinta anos de idade, conheci um provérbio que diz: diferente não é gente. Lembrei-me da Revolução Francesa e de outras revoluções, e decidi ser gente, igual a todo o mundo. Simplifiquei o vocabulário, permiti-me alguns erros consagrados pelo uso coloquial e pronto: comecei a ser aceito por todos. O mimetismo funcionara razoavelmente. Apesar de persistir eventualmente o estigma de avis rara, daí para a frente as coisas melhoraram bastante.”
Mesmo com as simplificações de vocabulário, não é tarefa simples compreender suas palavras. Para aqueles estudiosos que, como eu, não têm um vocabulário tão vasto, estou criando este pequeno glossário que facilita um pouco as coisas.


Glossário

abnegação
“…com abnegação e sacrifício se preciso for, sem esperar agradecimentos, lucros ou vantagens de qualquer espécie, porém, dando de mim todo o meu empenho.” (Juramento do Yôgin)
Dic.: 1. Desinteresse, renúncia, desprendimento, devotamento. 2. Sacrifício voluntário do que há de egoístico nos desejos e tendências naturais do homem, em proveito de uma pessoa, causa ou idéia.

agruras
“…para suportar as agruras e vicissitudes do dia-a-dia.” (Menssagem de Amor)
Dic.: 1. Aspereza, escabrosidade. 2. Amargura, desgosto, dissabor.

alfarrábio
“…indicadas   pelos   antigos   alfarrábios,..” (O Incenso)
Dic.: 1. Livro antigo ou velho. 

antolhos
“É preciso ler e viajar bastante para esgarçar os antolhos que espremem a nossa inteligência.” (Blog do DeRose)

Dic.: 1. Pala com que se resguardam contra a luz os doentes. 2. Peças de couro ou de outra matéria opaca que se colocam ao lado dos olhos das cavalgaduras, limitando-lhes o âmbito de visão, para que não se espantem.
# ter antolhos – ser limitado intelectualmente. 

assaz
“…uma  tarefa  assaz  árdua.” (Uma Viagem aos Himalayas)
Dic.: 1. Bastante, suficientemente. 

asseio
“…para  cuidar  do  asseio  de  teu  Templo Interior.” (Menssagem da Meditação)
Dic.: 1. Limpeza, higiene. 2. Perfeição, apuro, correção. 3. Esmero no vestir. 

austeridade
“A austeridade de manter a fidelidade e lealdade ao seu Mestre…” (Código de Ética do Yôgin)
Dic.: 1. Qualidade ou caráter de auster. 2. Inteireza de caráter; severidade, rigor. 

celibato
“O yama brahmáchárya não obriga o celibato nem a abstinência do sexo para os yôgins que seguirem a linha tântrica.” (Código de Ética do Yôgin)
Aqui uma curiosidade, celibato literalmente significa uma pessoa solteira, que pode ou não ter relações sexuais, e portando não precisa manter-se casta. Tanto é que em francês a palavra célibataire significa apenas solteiro. 

deletério
“…sem  a  interferência deletéria dos egos,..” (Você Está Insatisfeito?)
Dic.: 1. Que destrói. 2. Nocivo à saude. 3. Corruptor. 

diletante
“…e  então,  os  diletantes  yôgins,..” (O Despertar da Consciência Cósmica)
Dic.: 1. Amador ou apreciador apaixonado, especialmente por música. 

diligente
???

Dic.: 1. Ativo, zeloso, aplicado. 2. Ligeiro, rápido.
Muitas vezes traduzimos o termo abhyása, do sânscrito, como prática diligente. Literalmente, abhyása designa a repetição de um exercício ou hábito. 

espezinhar
“…espezinhe no chão a minha vida.” (Imprecação com os Salmos de David)
Dic.: 1. Calcar os pés; pisar. 2. Oprimir, tiranizar, vexar. 3. Tratar com desprezo ou desdém; humilhar, rebaixar. 

estultícia
“…e nada  terás  a  divulgar,  somente  tua  vã  estultícia.” (Advertência aos Neófitos)
Dic.: 1. Qualidade ou procedimento de estulto, estultice.
Aliás, um estulto é: 1. Tolo, néscio, imbecil, insensato, inepto, estúpido. 

ferino
“Se tua língua é ferina,..” (Vade Retro…)
Dic.: 1. Semelhante a fera. 2. Cruel. 

fugaz
“Como pode ser tão prazeroso este fugaz hiato…” (Yôganidrá)
Dic.: 1. Que foge com rapidez, rápido, veloz, fugitivo. 

ignóbil
“…só poderia ministrá-lo a preços ignóbeis quem tivesse uma outra forma de sustento…” (Código de Ética do Yôgin)
Dic.: 1. Sem nobreza; objeto, vil. 

imprecação
“Imprecação com os Salmos de David” (texto com o mesmo título)
Dic.: 1. Ato de imprecar. 2. Rogo, súplica. 3. Praga, maldição.
E o que vem a ser imprecar? 1. Pedir (a um poder superior) que envie sobre alguém (males ou bens) 2. Pedir ou rogar com instância. 3. Rogar pragas a alguém. 4. Dizer pragas. 

indelével
“…trazem  no  semblante  os  vincos  indeléveis  da  infelicidade  incurável,..” (Vamos, Criatura!)
Dic.: 1. Que não se pode delir. 2. Que não pode ser apagado, durável; indestrutível. 3. Que não será apagado da memória, inesquecível. 

inefável
“…que teus olhos sorriam de inefável regozijo.” (Menssagem de Amor)
Dic.: 1. Que não se pode dizer por palavras, indizível. 2. Encantador, inebriante. 

inescusável
“Inescusável é dirigir tal conduta contra um professor de Yôga.” (Código de Ética do Yôgin)
Dic.: 1. Obrigatório, que não se pode arrumar desculpas (escusas) para não fazer. 2. Indesculpável. 

inexorável
“…uma lei que virá inexorável cobrar a quem deve…” (Advertência aos Neófitos)
Dic.: 1. Que não se move a rogos; não exorável, implacável, inabalável. 2. Austero, reto, rígido. 

assidão
“Quanto bem estar pode estar contido em alguns minutos de lassidão!” (Yôganidrá)
Dic.: 1. Qualidade ou estado da lasso. 2. Prostração de forças, prostração, cansaço, fadiga. 3. Tédio, fastio, enfastiamento. 

lato sensu
“Deve ser entendido lato sensu.” (Código de Ética do Yôgin)
Quando queremos dizer que aquilo deve ter um sentido amplo. 

mácula
“…ele é puro e sem mácula.” (Menssagem de Amor)
Dic.: 1. Nódoa, mancha. 2. Desdouro, deslustre, labéu. 3. Estigma, ferrete. 

membrana pituitária
“…permitindo  imediata  absorção pela membrana pituitária.” (O Incenso)
Dic.: 1. Membrana que envolve as fossas nasais e desempenha funções olfativas. 

orbe
“E este, o meu orbe.” (As Árvores e as Pedras)
Dic.: 1. Esfera, globo, redondeza. 2. Corpo celeste, planeta, esfera, astro. 3. Mundo. 4. Terra, país, nação, domínio. 

opulência
“Contudo, a opulência é um roubo tácito.” (Código de Ética do Yôgin)
Dic.: 1. Abundância de riquezas. 2. Luxo, fausto. 3. Grandeza, esplendor. 

pernicioso
“…pois são perniciosas e podem contagiar os outros…” (Um Tranco do Mestre)
Dic.: 1. Mau, nocivo, ruinoso. 

preâmbulo
“O problema é o preêmbulo da solução.” (Sutras)
Dic.: 1. Fase preliminar. 2.  Relatório que antecede uma lei ou decreto 3. Parte preliminar em que se anuncia a promulgação de uma lei ou decreto. 

preceptor
“…o testemunho dos Preceptores do Yôga Antigo.” (Juramento do Yôgin)
Dic.: 1. Aquele que ministra preceitos ou instruções; aio, mestre, mentor. 2. Professor encarregado da educação de crianças no lar. 

primevo
“…o musgo primevo que lhes vestia,..” (As Árvores e as Pedras)
Dic.:1. Relativo aos tempos primitivos. 2. Antigo, primitivo. 

sobrepujar
“…enquanro o Homo Malignus sobrepujou e sobreviveu.” (Fábula sobre a Síndrome de Caim)
Dic.: 1. Exceder em altura; sobrelevar. 2. Exceder em valor, importância, número, etc. 3. Vencer, ou levar vantagem. 4. Sobressair, destacar-se. 

tácito
“Contudo, a opulência é um roubo tácito.” (Código de Ética do Yôgin)
Dic.: 1. Silencioso, cadado. 2. Implícito. 

umbral
“Meu Minotauro foi o Senhor do Umbral.” (O Despertar da Consciência Cósmica)
Dic.: 1. Ombreira (de construções). 2. Limiar, entrada. 

vade retro
(início do livro Menssagens)
É uma expressão latina que significa “vá para trás”, “recue”‘, “afaste-se”. 

vanidade
“…longe de mim tal vanidade.” (Vade Retro…)
Dic.: 1. Caráter ou qualidade do que é vão; vaidade, estultícia. 

vênia
“…com cuja vênia e com respeito invoquei,..” (Juramento do Yôgin)
Dic.: 1. Licença, permissão, consentimento. 2. Desculpa, absolvição, perdão. 3. Reverência com a cabeça em sinal de cortesia. 

vicissitudes
“…para suportar as agruras e vicissitudes do dia-a-dia.” (Menssagem de Amor)
Dic.: 1. Mudança das coisas que se sucedem; alternativa, alternância. 2. Eventualidade, acaso, azar. 3. Revés. 4. Instabilidade das coisas; volubilidade. 

votivo
“Coloca ao Oriente uma chama votiva…” (Menssagem da Meditação)
Dic.: 1. Relativo a voto. 2. Ofertado em cumprimento de voto ou promessa.
Você pode sugerir novos verbetes através dos comentários abaixo. As citações são todas do DeRose e entre parenteses está identificado o texto de onde ela foi retirado.

Muito bom este post Felipe!
Como existe uma diferença entre ter noção e saber.


Fonte: http://lapidatio.wordpress.com