Thursday, July 15, 2010

DeRose Method is...Hapiness!


“The DeRose Method is a proposal of life style coaching with emphasis on a good quality of life, good manners, good human relations, good culture, good nourishment and good shape. Some of our tools are breathing re-education, stress management, physical techniques that improve muscular tonus and flexibility, procedures to the advancement in relaxation and mental concentration. All of that ultimately aiming at the expansion of lucidity and self-knowledge.”
Master DeRose.

Thursday, July 8, 2010

Qualidade de vida não é para qualquer um, mas esta ao alcance de todos.


Ter qualidade de vida não é para qualquer um, mas está ao alcance de todos. Basta querer mudar, ter dentro de sí esse ímpeto de evoluir, progredir. Primeiro é preciso refletir um pouquinho. O que te dá vida e matém o seu corpo vivo? Depois pense no que veio a sua cabeça que o faz estar vivo e perceba se tem qualidade, sem tem má qualidade, média, boa ou excelente.

Cada aspecto pode ser dado uma nota como uma espécie de autoavaliação.

O mais básico, respirar. Esse já sabemos não podemos ficar muito tempo sem, somente poucos minutos. Tem qualidade a sua respiração? Como você avalia a forma que respira. Superficial, contida, não percebe, não utiliza a totalidade dos pulmões, não desfruta, não extrai prazer?

Alimentação e tomar líquidos, sem eles não vamos muito longe, apenas poucos dias. Tem qualidade a sua alimentação? Isso vale desde o que você come até a forma como você come. Não adianta por exemplo comer uma salada de fruta, ou um prato extremamente balanceado de cara feia, ou sem prestar atenção ao que se ingere, o sabor, aroma, temperatura, texura, etc.

Sono. Sem dormir por muito tempo o sistema nervoso entra em colapso. Seu sono é reparador? Consegue descontrair-se antes de dormir? Seus sonhos são interessantes?

Se caso tenha dado uma nota para esses pontos básicos de manutenção da vida e o funcionamento normal do organismo, mediana, mediocre, média 6 ou 7, saiba que é possível viver melhor, com mais qualidade. Só através da melhoria e aperfeiçoamento destas funções citadas acima. Você pode chegar a um patamar surpreendente de qualidade de vida, adquirindo mais vitalidade. Mais vitalidade para viver melhor. Para investir mais no aprimoramento de outras areas da sua vida. Com mais vitalidade você melhora o seu relacionamento com o próprio corpo e passa a querer manter este estado saudável num continum progresso. Melhora suas relações interepessoais. Tem energia para isso, para investir na melhoria dos seus relacionamentos. Por exemplo: Se você tem pouco energia e vitalidade é capaz que o trablaho leh consuma tudo e você chegue em casa e não converse direito com seus familiares, não pergunte a eles como estão. Com uma saúde reforçada é bem possível que ainda sobre energia ao fim do dia para estar mais presente dentro de casa, com os amigos. Com certeza isso os deixará mais felizes e a relação melhorará. Mais vitalidade para conquistar um sonho que ficou no passado. Para ir atrás dos seus objetivos.

Uma simples prática do Método DeRose, uma única aula, você já apreende a interagir melhor com o seu corpo e aumentar a consciência dele. Através de ferramentas muito simples como re educação respiratória, técnicas corporais, descontração muscular e nervosa, concentração mental, etc.

Isto referindo-se apenas a parte técnica do Método e para um iniciante em sua primeira aula. É comum para um Instrutor do Método DeRose ouvir de uma aluno após sua primeira prática como esta se sentindo muito melhor do que antes. E no dia seguinte como teve mais disposição ao longo do dia, teve um dia mais produtivo.

Além disso temos toda uma cultura que o praticante vai adquirindo ao longo do tempo de prática, de convívio com a egrégora, de estudo, participação em cursos com autoridades desta area, etc.

O Método DeRose é uma urdidura entre conceitos e técnicas. As técnicas aprimoram o indivíduo e os conceitos fazem com que este indivíduo mais aprimorado e polido mude o mundo ao seu redor, cativando e influenciando positivamente a sociedade.

Para saber mais leia o pocket book: O que é o Método DeRose. Caso não saiba onde encontrar é só visitar uma escola do nosso Método que você ganhará um de presente.

Wednesday, June 30, 2010

Watch now!

The best informations about our culture and for your culture too.

Monday, June 28, 2010

A little surprise

Esses dias ouvindo o itunes no modo aleatório tocou esta música e foi uma pequena surpresa. Gostei muito dela. Está aqui para ser compartilhada. Quem gostar procura também pela canção Would i lie to you.

Tuesday, June 8, 2010

Saturday, May 15, 2010

Pai Rico, Pai Pobre

Que o mundo mudou todos já percebemos e que ele ainda vai continuar mudando ninguém mais tem dúvida. Os modelos de relacionamento, casamento, o conceito de família, já estão bem diferentes e encontramos por aí novos modelos mais originais, autênticos e condizentes com o que a pessoa realmente quer. Hoje em dia a individualidade e a liberdade de escolha estão muito mais presentes. Porém, o que ainda não tem mudado muito, embora já esteja num caminho de avanço, é o modelo de sucesso. Principalmente, o modelo de sucesso que os pais ensinam para os seus filhos: estude muito, com afinco para entrar na faculdade e depois ter um bom emprego.

No livro Pai Rico, Pai Pobre o autor aborda de forma simples e direta a importância de se adquirir alfabetização financeira. Algo muito valioso e que não aprendemos durante toda a fase acadêmica. Saímos da escola achando que foi o último passo, porém é só o primeiro. Adquirimos um cartão de crédito sem nem saber como funciona direito e já saímos utilizando.

Algumas pessoas têm a sorte, ou vão atrás, de um exemplo de sucesso e prosperidade para aprender. Outras, vão atrás de um emprego e ficam por isso mesmo, precisando de mais dinheiro para pagar mais dívidas.

Um exemplo muito marcante deste livro, em minha opinião, é a oportunidade que os dois garotos tiveram de aprender educação financeira com o chamado pai rico deles, em uma idade boa, pois ainda não tinham concluído seus estudos e nem iniciado a vida profissional.

Os dois foram convidados para trabalharem na empresa dele para desta forma virem como funciona “a vida real”, como ele coordena sua equipe, sua forma de trabalhar, investir, etc. Mas, foram convidados não apenas a olhar como funciona e sim participar. Inicialmente, ganhariam um valor muito pequeno, simbólico. Após, um mês de trabalho um dos garotos indagou a fato de estar lá há um mês e ganhar tão pouco. Na primeira oportunidade que teve foi reclamar com o seu empregador o fato de estar ali, trabalhar bastante, perder seus sábados de lazer e ganhar tão pouco. A resposta foi digna de uma lição para a vida inteira. Respondeu pai rico que o fato de estarem trabalhando para aprender e não pelo dinheiro abria a cabeça para ter novas ideias sobre formas e meios de se fazer mais dinheiro. Ofereceu-lhe um aumento. O menino hesitou em responder e ele ofereceu um aumento ainda maior e continuou a aumentar sua oferta ao ponto de balançar fortemente as emoções do jovem aprendiz. Resistiu à tentação em ganhar mais, pensou em todas as coisas que poderia comprar ganhando mais dinheiro e tomou a decisão de continuar trabalhando para aprender e adquirir alfabetização financeira. Em não estar preocupado com o salário no final do mês conseguiu gerar várias ideias e uma delas foi tão bem sucedida que em pouco tempo começou a ganhar mais do que a oferta final de salário. Continuou na empresa e abriu seu próprio negócio, que funcionava muito bem, mesmo sem a sua presença. Conseguiu fazer o dinheiro trabalhar para ele. O livro conta que raramente o problema das pessoas é resolvido com mais dinheiro. A inteligência resolve os problemas. E que grandes emoções tendem a reduzir a inteligência financeira. Por isso que, ao receber um dinheiro inesperado as pessoas não sabem o que fazer com ele, fica tão emocionada que acaba perdendo tudo, não faz o dinheiro voltar.

O que precisamos aprender é a diferença entre um ativo e um passivo. Ativo é o que nos dá renda e passivo é o que gera despesas. Muitas pessoas acham que seu maior ativo é seu imóvel, a sua casa própria. Porém, ele dá muitas despesas todos os meses. Se fosse, por exemplo, um imóvel próprio apenas para alugar, seria um ativo, pois só daria lucro.

A dica do livro é utilizar uma parte do contracheque, para quem tem, para investir em ativos e o lucro destes ativos transformarem-se em mais investimentos. E, todo gasto deve ser retirado do lucro dos investimentos e não do contracheque. De forma que caso a pessoa pare de trabalhar, ou saia do trabalho, não fique sem renda.

Por fim, temos que pensar sobre: qual é o meu negócio? A pessoa tem uma profissão e um negócio. Que não são os mesmos. Como o exemplo do criador da franquia do Macdonald’s. Seu negócio não é venda de hambúrgueres, como todos pensam, e sim imobiliário venda dos terrenos para instalarem uma franquia do Macdonald’s.

Quando as pessoas se formam ou se especializam em um ofício, adquirem uma profissão, mas não um negócio. Devem ir atrás do seu negócio, que lhe proporcione prosperidade, prazer e contentamento. Tem que ter paixão pelo seu negócio para que ele realmente dê certo!

Friday, April 2, 2010

A peneira de Sócrates

Certa vez, um discípulo esbaforido achegou-se ao grande filósofo e sussurrou-lhe aos ouvidos:


Escuta Sócrates... Na condição de teu amigo, tenho alguma coisa muito grave para dizer-te, em particular... 

- Espera!... – Ajuntou o sábio prudente – Já passaste o que vais me dizer pelos três crivos

- Três crivos? – Perguntou o visitante espantado. 

Sim, meu caro amigo, três crivos. Observemos se tua confidência passou por eles.

O primeiro é o crivo da verdade. Guardas absoluta certeza, quanto àquilo que pretendes comunicar? 

- Bem... – Ponderou o interlocutor. – Assegurar mesmo, não posso... Mas ouvi dizer e... então... 

- Exato. Decerto peneiraste o assunto pelo segundo crivo, o da bondade

Ainda que não seja real o que julga saber, será pelo menos bom o que me queres contar? 
Hesitando, o homem replicou:

 – Isso não... Muito pelo contrário... 

- Ah! – Tornou o sábio – Então recorramos ao terceiro crivo, o da utilidade, e notemos o proveito do que tanto te aflige. 

- Útil?!... – Aduziu o visitante ainda agitado – Útil não é. 

- Bem... – Rematou o filósofo num sorriso...

Se o que tens a confiar não é verdadeiro, nem bom e nem útil, esqueçamos o problema e não te preocupes com ele, já que de nada valem casos sem edificação para nós!... 

Aí está, a famosa peneira de Sócrates, se nos habituarmos a usá-la todos os dias, certamente estaremos caminhando para o aprimoramento das nossas relações interpessoais.

 Ps: Recebido por e-mail do Professor Rodrigo DeBona.