Eu escrevi há muito tempo um pequeno texto sobre como viajar expande os sentidos.
Agora chego a conclusão do quanto expande mesmo. É incrível lembrar do cheiro de uma cidade! Não apenas lembrar do cheiro de uma pessoa, o aroma de uma comida, mas sim de uma cidade.
Viajar realmente quebra paradigmas e expande a consciência. Quebra paradigma porque já se sabe que tudo pode ser diferente, e muitas vezes é diferente mesmo, como o simples abrir de uma porta, atravessar a rua, pagar uma conta, o idioma, a cultura...É sair totalmente do piloto automático. Além de ser um aprendizado constante.
Gosto muito desta frase que econtrei no blog do Comendador DeRose, de sua autoria:
É preciso ler muito e viajar bastante para esgarçar os antolhos que espremem a nossa inteligência.
Viajar não significa que você tenha que ser um mochileiro. Aliás, nunca curti essa ideia e nunca embarquei numa dessas. Mas mesmo assim, tudo tem que ter um propósito maior. Acho que o mais importante é não fazer as mesmas coisas sempre para não emburrecer. É quase uma guinada, uma revolução. É ótimo para rever de tempos em tempos seus reais valores. O que você vai levar consigo, o que pode dispensar. Do que jamais abriria mão. Quem e o que faz muita falta ou não faz falta.
É um auto-estudo fascinante e inesquecível!
Lembre-se de quantas ideias surgiram numa viagem, quantos insights, quantas descobertas...
Viaje. Nem que seja para a cidade vizinha só para ter o gostinho de voltar para casa.

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